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Automedicação: a influência dos veículos de comunicação


Conforme o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Política Nacional de Medicamentos, o uso adequado de fármacos requer a sua necessidade real estabelecida, a partir de uma prescrição médica acurada, levando-se sempre em conta a eficácia e a segurança da substância. Além disso, o preço deve ser acessível e as doses e períodos de administração e de tratamento devem ser assiduamente respeitados.


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Automedicação: a influência dos veículos de comunicação


Conforme o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Política Nacional de Medicamentos, o uso adequado de fármacos requer a sua necessidade real estabelecida, a partir de uma prescrição médica acurada, levando-se sempre em conta a eficácia e a segurança da substância. Além disso, o preço deve ser acessível e as doses e períodos de administração e de tratamento devem ser assiduamente respeitados (AQUINO, 2008).

Entretanto, esta não tem sido uma realidade amplamente verificada no contexto nacional, pois se observa grande avanço no consumo indiscriminado de medicamentos fazendo da automedicação um problema de saúde pública e um desafio às autoridades sanitárias e governamentais.

[...] Os dados acerca do uso irracional de medicamentos no Brasil são alarmantes. Aproximadamente um terço das internações ocorridas no país tem como origem o uso incorreto de medicamentos. Estatísticas do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelam que os medicamentos respondem por 27% das intoxicações no Brasil, e 16% dos casos de morte por intoxicações são causados por medicamentos (AQUINO, p. 735, 2008).


Diante disso, os fármacos tornaram-se medidas comuns e precocemente utilizadas para aliviar sintomas e, por muitas vezes, empregados por motivos banais, em consequência, tais produtos tornaram-se alvo de interesses que não muito raramente fogem às questões de estado de saúde e/ou doença. Dessa forma, verifica-se que a publicidade de medicamentos tem sido um estímulo frequente a automedicação. 

Por meio de muitas campanhas publicitárias o público leigo tende a acreditar nos efeitos prometidos e desconsiderar todos os riscos. Há tempos a indústria farmacêutica vem se utilizando dos empreendimentos de marketing e publicidade para incentivar o consumo, adequando-se conforme a demanda de mercado e estimulando o uso de fármacos (NASCIMENTO, 2008).

Tendo isso em vista, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) n. 102, proíbe, o estímulo ao uso exacerbado de medicamentos e a afirmação da ausência de efeitos colaterais ou contraindicações nas propagandas. Tal resolução impede ainda a publicidade voltada a medicamentos que necessitam de prescrição médica (SOUZA; MARINHO; GUILAM, 2008).

As propagandas são fiscalizadas pelo Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária (CONAR) e também pela Anvisa. Para a publicação é necessário obrigatoriamente à apresentação de alguns dados, tais como “ao persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado”, mas o uso dessa frase, por exemplo, tem sido altamente utilizada pela grande maioria das empresas como um meio de se ausentar de toda e qualquer responsabilidade. O consumidor tem o direito de ter acesso a informações claras, mais isso nem sempre acontece. (SILVA et al., 2007). 

Na maioria das vezes as propagandas não deixam claras as formas de uso, muito menos os riscos do uso exagerado ou incorreto dos medicamentos. Para minimizar o problema da automedicação é necessário que haja no país uma maior rigidez em relação às propagandas e também uma fiscalização mais ativa a respeito dos medicamentos que não podem ser vendidos sem prescrição médica (SILVA et al., 2007).

A falta de atenção na utilização de drogas pode deflagrar uma série de efeitos paralelos ao efeito que originalmente se busca, tais como: reações alérgicas, taquifilaxia, refratariedade, hepatotoxicidade, nefrotoxicidade, dependência, subsequentes efeitos crônicos, distúrbios neurológicos, além é claro, dos múltiplos efeitos colaterais concomitantes que podem, inclusive, culminar em óbito (RANG et al., 2007).

Os profissionais de saúde em geral, incluindo-se a equipe de enfermagem, devem estar atentos aos sinais de uso indiscriminado de fármacos e podem atuar de forma significativa na mudança deste cenário. A automedicação também deve ser trabalhada neste meio em que, muito constantemente se vê o autodiagnostico.

Portanto, a reafirmação dos códigos de conduta dos profissionais de saúde, a promoção de educação em saúde, a adequação de campanhas publicitárias, a maior fiscalização dos órgãos responsáveis e o melhor acesso aos serviços de saúde são soluções que podem contribuir para a prevenção da automedicação em larga escala. Fomentar discussões acerca desta temática torna-se imprescindível. (TOURINHO et al., 2008; AQUINO, 2008).

Colega, você percebeu a importância da atuação da equipe de enfermagem no contexto da automedicação?

Que tal contribuir nos comentários abaixo com a sua experiência e a sua opinião sobre esse assunto?


Texto escrito pela monitora do Programa Proficiência, Talita Candida Castro.



Referências

AQUINO, D. S. de. Por que o uso racional de medicamentos deve ser uma prioridade? Ciência & Saúde Coletiva, v. 13, p. 1651-1660. Rio de Janeiro,  2008. Disponível em: <http://www.scielosp.org/pdf/csc/v13s0/a23v13s0.pdf>. Acesso em: 04 mai. 2012.


NASCIMENTO, Á. C. Propaganda de medicamentos no Brasil. É possível regular? Ciência & Saúde Coletiva, v. 14. n. 5. p. 869-877. 2009. Disponível em: <http://redalyc.uaemex.mx/pdf/630/63013535022.pdf>. Acesso em: 04 mai. 2012.


RANG, H. P. et al. Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.


SILVA, D. R. da et al. Publicidade de medicamentos de ontem e de hoje: a responsabilidade da publicidade no incentivo a automedicação. Intercom, Juiz de Fora, 2007. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2007/resumos/R0526-1.pdf>. Acesso em: 04 mai. 2012.


SOUZA, J. F. R de, MARINHO, C. L. C, GUILAM, M. C. R. Consumo de medicamentos e internet: análise crítica de uma comunidade virtual. Rev. Assoc. Med. Bras, v. 54, n. 3. São Paulo, mai.- jun., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302008000300015>. Acesso em: 04 mai. 2012.


TOURINHO, F. S. V. et al. Farmácias domiciliares e sua relação com a automedicação em crianças e adolescentes. Jornal de Pediatria (Rio J.), v. 84,  n. 5. Porto Alegre, set.-out. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572008000600007&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 04 mai. 2012.



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Enfermagem e Segurança no Trabalho

Segurança do trabalho pode ser definida como um conjunto de medidas que são adotadas com vistas a minimizar os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade laboral do trabalhador. 

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar, constituída por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Técnico de Enfermagem do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. 

No Brasil, a Segurança do Trabalho é regulamentada pelo arcabouço legal composto por Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos, bem como por convenções da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo país.

O campo de atuação na área de Segurança do Trabalho é muito vasto. Neste contexto, o profissional exerce funções, conforme a sua formação, quer seja ele médico, técnico, enfermeiro ou engenheiro. 

O enfermeiro e o médico do trabalho na saúde ocupacional dedicam-se a ações de prevenção e tratamento de doenças e/ou acidentes relacionados ao trabalho, realização de consultas e exames de admissão e periódicos dos colaboradores, bem como a administração de vacinas.

Podemos descrever como funções do Enfermeiro do Trabalho:

Estudar as condições de segurança e periculosidade da empresa, efetuando observações e discussões com a equipe do SESMT, quanto aos riscos ao trabalhador, nos locais de trabalho, com vistas à identificar as necessidades no campo da segurança, higiene e melhoria das condições do trabalho; 

Elaborar e executar planos e programas de proteção à saúde dos trabalhadores; participar de grupos que realizam inquéritos sanitários; estudar as causas de absenteísmo; fazer levantamentos das doenças profissionais e das lesões traumáticas; realizar estudos epidemiológicos; coletar dados estatísticos de morbimortalidade dos trabalhadores, investigando possíveis relações com as atividades funcionais, para obter a continuidade operacional e aumento da produtividade; 

Executar e avaliar programas de prevenção de acidentes e de doenças profissionais ou não profissionais, por meio da análise da fadiga, dos fatores de insalubridade, dos riscos e das condições de trabalho do menor e da mulher, para propiciar a preservação de integridade física e mental do trabalhador; 

Prestar primeiros socorros no local de trabalho, em caso de acidente ou doença; realizar curativos ou imobilizações especiais; administrar medicamentos e providenciar atendimento médico adequado, para atenuar consequências e proporcionar apoio e conforto ao paciente; 

Elaborar e executar ou supervisionar e avaliar as atividades de assistência de enfermagem aos trabalhadores, proporcionando-lhes atendimento ambulatorial, no local de trabalho; controlar os sinais vitais; aplicar medicamentos prescritos, realizar curativos, vacinações; coletar material para exame laboratorial; e realizar junto a equipe do SESMT outros tratamentos, para reduzir o absenteísmo profissional; organizar e administrar o setor de enfermagem da empresa, provendo pessoal e material necessários, treinando e supervisionando os auxiliares de enfermagem do trabalho e outros profissionais, com vistas à promover o atendimento adequado, conforme as necessidades de saúde do trabalhador; 

Treinar os trabalhadores, instruindo-os sobre o uso de roupas e materiais adequados ao tipo de trabalho, bem como sobre a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), a fim de reduzir a incidência de acidentes; 

Planejar e executar programas de educação sanitária com a divulgação de conhecimentos e estímulo aos trabalhadores quanto à aquisição de hábitos sadios, para prevenir doenças profissionais; manter cadastros atualizados para a realização de informes como subsídio em casos de processos e de pedidos de indenização e orientar sobre problemas advindos da não-prevenção de doenças profissionais (BRASIL, 2012). 

A Enfermagem do Trabalho contemporânea se estrutura na Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (PNSST) que visa garantir que o trabalho, base da organização social e direito humano fundamental, seja realizado em condições que contribuam para melhor qualidade de vida e saúde ao trabalhador, o qual objetiva a realização pessoal e social, e a redução da morbimortalidade dos trabalhadores, mediante a execução de ações integradas e articuladas de prevenção, promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde do trabalhador (BRASIL, 2006).

Apesar da prática profissional do enfermeiro do trabalho ser variável, visto que é possível atuar em diversos tipos de empresas, indústrias e serviços, e ainda em diferentes níveis de atenção, a base de conhecimento construída por cada profissional enseja prepará-lo a desenvolver atividades de promoção e educação em saúde, vigilância em saúde do trabalhador e consulta de enfermagem (PAZ, KAISER, 2006).


Texto escrito pela monitora do Programa Proficiência Cláudia Luísa Guras


REFERÊNCIAS


BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação Técnica de Saúde dos Trabalhadores. Manual de gestão e gerenciamento da rede nacional de atenção integral à saúde do trabalhador. RENAST [Internet]. São Paulo; 2006. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/ManualRenast07.pdf>. 


BRASIL. Ministério do Trabalho e do Emprego. Trabalhadores das profissões científicas, técnicas, artísticas e trabalhadores assemelhados: ocupações do enfermeiro do trabalho. Disponível em: <http://www.mte.gov.br/empregador/cbo/procuracbo/conteudo/tabela3.asp?gg=0&sg=7&gb=1>.


PAZ, P. O; KAISER, D. E. A busca pela formação especializada em enfermagem do trabalho por enfermeiros. Rev. Gaúcha Enferm. v. 32 nº. 1. Porto Alegre 2011 mar;32(1):23-30. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-14472011000100003



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Enfermagem e Segurança no Trabalho


Segurança do trabalho pode ser definida como um conjunto de medidas que são adotadas com vistas a minimizar os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade laboral do trabalhador. 

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Hepatite


A Hepatite é uma inflamação que ocorre no fígado, desencadeados por diversos agentes como vírus, bactérias, distúrbios de imunidade, distúrbios do metabolismo e substâncias tóxicas. 

As hepatites podem ser subdivididas entre agudas e crônicas. As agudas têm início súbito e alguns sintomas podem passar despercebidos, por serem semelhantes como um simples quadro gripal, como mal estar, fraqueza, febre, dores e náuseas. As crônicas, podem apresentar lesões irreversíveis ao fígado, criando cicatrizes permanentes. Inicialmente, estas lesões podem não apresentar sintomas, mas com a destruição progressiva das células do fígado - chamadas de hepatócitos, acabam por prejudicar a funcionalidade deste órgão, causando o adoecimento do indivíduo. 


Aspectos epidemiológicos de algumas hepatites

A hepatite "A" é causada pelo vírus HAV e tem seu ciclo de transmissão fecal oral, seu tratamento é sintomático e não existe vacina específica.

A hepatite "B" causada pelo vírus HBV, pode ser transmitida por via parenteral, sexual e contato com sangue e secreções. Possui alta virulência e índices elevados de quadros agudos com icterícia. Felizmente existe vacina contra o vírus tipo B, como forma profilática.

A Hepatite "C" é causada pelo vírus HCV, e sua transmissão ocorre por via parenteral, com o compartilhamento de seringas, transfusões e acidentes percutâneos. A transmissão sexual está relacionada com a coinfecção pelo HIV e a evolução da imunodeficiência. Outro agravante é que a Hepatite C se consolida como um dos tipos de hepatite que mais causam cronicidade hepatológica entre seus portadores. 

A Hepatite "D", ou vírus Delta, necessita obrigatoriamente da coinfecção do vírus HBV, pois utiliza sua biomecânica para realizar sua própria replicação viral. É o tipo de hepatite que mais causa cirrose hepática  em crianças, jovens e adultos.


Prevenção contra as hepatites

Hoje apenas a vacina contra a Hepatite B é oferecida pelo Ministério da Saúde e está disponível em todo o território nacional. É administrada, preferencialmente, logo ao nascer ou na primeira semana de vida da criança.

 A vacina é indicada também para profissionais de saúde, militares, profissionais de manipulação e coleta de lixo e resíduos biológicos, profissionais do sexo, vítimas de abuso sexual e doentes crônicos, que exigem longos períodos de internação, assim como nefropatas, doadores de sangue, dentre outros.

O esquema é realizado por via intramuscular, com três doses de intervalos mínimos de 30 dias após a primeira dose, sendo a terceira dose administrada 6 meses após à primeira.

De acordo com dados disponíveis no Ministério da Saúde, no ano de 2002 o Brasil apresentou 9512 casos confirmados de hepatites virais, sendo que, em 2005 apresentou um aumento aproximado de 61% com relação a 2002, ou seja, 15.287 casos, diminuindo novamente durante os anos seguintes, e registrando em 2009 14.979 casos confirmados. 

Vimos que os avanços da tecnologia permitiram o desenvolvimento de vacinas para sua prevenção, porém a hepatite continua sendo um problema de saúde pública, sendo comprovado pelo número de notificações de casos novos confirmados. Cabe aos profissionais de saúde, promover a ampla divulgação das formas de prevenção, diagnóstico e tratamento junto à população.


Texto redigido pelos monitores do Programa Proficiência Larissa Alves Cordeiro e Patrick Auerbach


Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças infecciosas e Parasitarias: Guia de Bolso. 8ª ed. rev; Brasília - DF, 2010: p. 227-33.


BRASIL. Ministério da Saúde. Hepatites Virais: o Brasil está atento, 2ª ed. Série B, Textos Básicos de Saúde; Brasília-DF 2005. Pag. 8-11.


FERREIRA, Cristina Targa. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção.

Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v7n4/10.pdf>. Acesso em: 07 fev. 2012.


A CASA DE JENNER. Portal Vacinas. Vacina contra Hepatite B.

Disponível em: http://www.vacinas.org.br/vacinas05.htm. Acesso em: 10 fev. 2012.


DATASUS - Ministério da Saúde. Rede Interagencial de Informações para a Saúde.

Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?idb2010/d0108.def . Acesso em 10 fev.2012.




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