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Blog

Promoção é um conceito tradicional, definido por Leavell & Clarck (1976) como um dos elementos do nível primário de atenção em medicina preventiva (CZERESNIA, 2003).

A promoção da saúde é uma estratégia que vem mudando os modelos de tecno-assistência nos âmbitos políticos, assistencial, educacional e gerencial, onde amplia as possibilidades e a configuração de novos saberes e fazeres criando alternativas de qualidade de vida e saúde da população (SILVA et al, 2009).  

Visando a qualidade de vida foi desenvolvido um projeto de promoção da saúde em uma comunidade, onde foram realizadas palestras e orientações abordando temas como Hepatites com foco na B e na C e Primeiros socorros. Segundo Cunha (2009), a comunidade é uma ilha de pescadores artesanais que habitam a região há muito tempo. A população é de aproximadamente 600 habitantes que povoam uma área de 10,5 km². 

Com base nesse contexto, observou-se que a Ilha não possuía uma Unidade Básica de Saúde (UBS), nem mesmo médicos e enfermeiros a disposição da população para eventuais emergências, fazendo com que a população local tivesse que se deslocar para a cidade com capacidade para dar atendimento digno e de qualidade para a população.

Os temas propostos para a palestra foram escolhidos tomando como base a falta de conhecimento da população, já que não existem profissionais capacitados na comunidade para orientar sobre como proceder em casos de hepatites e acidentes que precisem de cuidados primários.

O trabalho realizado pela equipe foi de orientação sobre os temas propostos proporcionando qualidade de vida e saúde a comunidade. A orientação foi realizada por duas acadêmicas de enfermagem que explicaram sobre os temas, argumentando sobre sinais e sintomas, cuidados e formas de prevenção. 

A Enfermagem precisa de profissionais que estejam dispostos a abraçar a causa de comunidades carentes que precisam de um atendimento digno e de qualidade, pois é nossa função promover promoção e prevenção em saúde.

Caro colega gostou do Blog de hoje? Que tal deixar/postar um recado sobre o assunto?


Autoria: Tamires Alves da Silva


Referências

CZERESNIA, D. F. O conceito de saúde e a diferença entre prevenção e promoção. ed. rev. ampl. Cadernos de Saúde Pública. In: CZERESNIA, D. F. (Org.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2003. p. 39-53. Disponível em: < http://143.107.23.168/siteteste/wp-content/uploads/AOconceito.pdf>. Acesso em: 16 maio 2013.

CUNHA, M. Educação do campo: estudo da escola pública dos ilhéus de Ilha Rasa, litoral norte do Paraná. Anped, 2009. Disponível em: <http://www.anped.org.br/reunioes/32ra/arquivos/posteres/GT03-5469--Int.pdf>. Acesso em: 16 maio 2013

SILVA, K. L. da et al. Educação em enfermagem e os desafios para a promoção de saúde. Rev. Bras. Enferm. v.62, n.1, p.86-91. Brasília, jan./fev, 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v62n1/13.pdf>. Acesso em: 16 maio 2013.



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Identidade profissional do enfermeiro

Mais uma postagem no blog do Programa Proficiência. Identidade profissional do enfermeiro será o nosso tema abordado nessa postagem.

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Identidade profissional do enfermeiro

Identidade profissional é o conjunto de atributos construídos de uma forma coletiva que torna o profissional único e especial. Identidade é o que o profissional é não o que ele gostaria de ser. Dessa forma, o profissional deve descobrir quais atributos ele possui e valorizá-los, enfatizando-os como um diferencial (FASCIONI, 2011). 

O ser humano tem essa identidade, sendo que a mesma é renovada continuamente, por isso sempre permanecerá incompleta. O trabalho é uma espécie de espelho, em que o homem se projeta e se enxerga no mundo, o que confere sua identidade de trabalhador (BECK, et al. 2004).  

Na enfermagem, esses tributos são desconhecidos pela maioria das pessoas, tanto para os leigos, como para os profissionais da área de saúde, que acabam confundindo as categorias da classe de enfermagem, acarretando a desvalorização da profissão, a imagem negativa para a população e a desvalorização social que causa dificuldade no desenvolvimento da profissão (OLIVEIRA, 2006).

Além destes problemas, a enfermagem sofre com sua história, que foi iniciada por religiosas, que viviam em prol de cuidar de idosos, escravos, pobres e órfãos, os quais eram submissos a ordens médicas. Contudo, no decorrer da história, outra parcela populacional passou a prestar assistência aos doentes, o que passou a ser composto por mulheres prisioneiras e prostitutas da época, que tinham um salário baixo e não possuíam conhecimento científico para realizarem tal atividade (NAUDERER; LIMA, 2005).  

Um exemplo dessa visão advém dos próprios profissionais, conforme evidencia uma pesquisa que buscou identificar o grau de entendimento, dos profissionais, sobre a profissão e a identidade profissional no percurso da carreira de enfermeiros. A pesquisa foi realizada com sete enfermeiras e três enfermeiros, que tinham no mínimo cinco anos de formação e trabalhavam em áreas diferentes (saúde publica, área hospitalar e docência). A dinâmica proposta aos participantes compreendia a descrição de como eles imaginavam a enfermagem antes de ingressar na faculdade, durante a realização do curso e após a sua formação. Os resultados mostraram que a maioria dos profissionais não tinha conhecimento sobre a profissão e que foram influenciados por familiares e pela sociedade para ingressarem na área, somente no decorrer do curso é que realmente tiveram uma visão breve do que seria ser enfermeiro. E, somente depois de formados conseguiram ter uma visão mais concreta da profissão, pois tiveram a oportunidade de colocar em prática seus conhecimentos, e julgar qual seria sua área de afinidade, descobrindo assim a sua identidade profissional (OLIVEIRA, 2006). 

 Como descrito na pesquisa acima, pode-se destacar o déficit de conhecimento dos profissionais de enfermagem acerca da profissão que escolheram para constituir a sua carreira. Os profissionais acabam por conhecer a enfermagem de maneira mais aprofundada somente depois da sua formação quando estão atuando no mercado de trabalho, pois mesmo durante o curso só possuem uma breve visão.

Diante disso, verifica-se que para desenvolver a identidade profissional é necessário o crescimento profissional, ou seja, através das experiências vividas no campo de trabalho, buscando sempre atualizar-se, responsabilizando-se por sua educação permanente (LIMA; BINSFELD, 2003).

Colega profissional, você sabe qual é a sua identidade profissional? Reconhece os fatores históricos que influenciam a visão da Enfermagem por você e pela sociedade? Deixe seu comentário sobre o tema e também discuta o assunto com seus colegas de trabalho!


Elaborado por: Mariana Lucio.


REFERÊNCIAS

BECK, L. C. L. et al. A identidade profissional dos enfermeiros de serviços de saúde municipal. Cogitare Enferm., v. 14, n. 1, p. 114-120. Santa Maria, mar., 2009. Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=1&ved=0CC0QFjAA&url=http%3A%2F%2Fojs.c3sl.ufpr.br%2Fojs2%2Findex.php%2Fcogitare%2Farticle%2Fdownload%2F14140%2F9518&ei=b32fUcDgCavI0AHhs4DQCA&usg=AFQjCNFgIyZ9L25XvqUKic9xufewCymFhw&sig2=LkUCwbHaXk74-vYIWzYzEA&bvm=bv.47008514,d.dmQ&cad=rja>. Acesso em: 24 maio 2013.

FASCIONI, L. Identidade corporativa e design. 2011. Disponível em: <http://www.ligiafascioni.com.br/consultoria/identidade-profissional/>. Acesso em: 24 maio 2013.

LIMA J.C; BINSFELD L. O trabalho do enfermeiro na organização hospitalar: núcleo operacional autônomo ou assessoria de apoio ao serviço médico? Rev. Enfer. UERJ, n. 11, p. 98-103. Rio de Janeiro, maio, 2003. Disponível em: <http://www.facenf.uerj.br/v11n1/v11n1a16.pdf>.  Acesso em: 24 maio 2013.

NAUDERER, T. M; LIMA, M. A. D. S. A imagem da enfermeira: Revisão de literatura. Rev. Bras. Enferm., v. 20, n. 2, p. 223-224. Florianopolis, jun., 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v20n2/a01v20n2.pdf>. Acesso em: 24 maio. 2013.

OLIVEIRA, B. G. R. B. A passagem pelos espelhos: a construção da identidade profissional da enfermeira. Rev. Enfermagem, v. 15, n. 1, p. 60-67. Florianópolis, abr., 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n1/a07v15n1.pdf>. Acesso em: 24 maio 2013.



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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

Na nova postagem do Blog do Programa Proficiência, o tema a ser tratado será a respeito da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.

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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

A Infecção Hospitalar (IH) é definida pelo Ministério da Saúde (MS), em sua Portaria nº 2.616/98 como aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifeste durante a internação ou após a alta, quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares (SESA, s.d; BRASIL 1998).


As IH advêm, em parte, de situações que causam alterações na condição orgânica e imunológica do paciente, deixando-os mais suscetíveis no ambiente hospitalar. Por outro lado, em relação à organização do trabalho que se mostra diretamente na ação do trabalhador, que justifica, através da necessidade apresentada pelos indivíduos, a utilização de procedimentos invasivos, no processo de cuidados diretos (AZAMBUJA; PIRES; VAZ, 2004).

As infecções hospitalares constituem risco significativo à saúde dos usuários de instituições de saúde e sua prevenção e controle envolvem medidas de qualificação da assistência hospitalar, de vigilância sanitária e outras, tomadas no âmbito do Estado, do Município e de cada hospital (BRASIL, 1998).

Existem IH preveníveis e outras não, no entanto, mesmo que nem toda infecção possa ser prevenida, necessita-se a busca de índices aceitáveis, pois a baixa adesão às medidas de prevenção ainda é um desafio. Dentre as justificativas para não adesão, destacam-se déficit na estrutura física, nos recursos materiais e humanos; aspectos organizacionais e administrativos; baixo nível de conhecimento e de percepção de risco, etc. (TIPPLE; SOUZA, 2011).

A Portaria do M.S nº 196, de 24 de junho de 1983, instituiu a implantação de Comissões de Controle de Infecção Hospitalar em todos os hospitais do país (SESA, s.d).

Segundo Turrini (2004 apud CUCOLO; FARIA; CESARINO 2006, p. 50) os SCIH tem realizado capacitação dos profissionais e o envolvimento dos enfermeiros, a fim de torná-los multiplicadores das ações referentes à prevenção de IH. 

Toda e qualquer IH quando detectada deve ser notificada pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da instituição. Em 2009 o Paraná foi o primeiro Estado a implantar um Sistema on-line de Notificação de Controle de Infecção Hospitalar (SONIH), visando proporcionar maior facilidade e agilidade no envio das fichas de notificação de IH e análise dos dados pelos Hospitais e pelo Departamento de Vigilância Sanitária. O SONIH também representa uma ferramenta extremamente útil aos hospitais notificantes porque calcula os dados de forma automática e possibilita a criação de um banco de dados próprio para cada CCIH dos hospitais paranaenses (SESA, 1998).

A CCIH deverá ser composta, por técnicos e profissionais do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), e por representantes de nível superior de, pelo menos, os seguintes serviços: médico; equipe de enfermagem; farmácia; laboratório de microbiologia; administração. O MS determina que, compete a CCIH definir as diretrizes para a ação de controle de infecções hospitalares no hospital; ratificar a programa anual de trabalho do SCIH; avaliar o Programa de Controle de Infecções Hospitalares do hospital; avaliar sistemática e periodicamente as informações providas pelo sistema de vigilância epidemiológica; aprovar as medidas de controle propostas pelo SCIH e comunicar, regular e periodicamente, à Direção e às chefias de todos os setores do hospital a situação do controle das infecções hospitalares, promovendo seu amplo debate na comunidade hospitalar (BRASIL, 1992).

Ao longo dos anos o controle de infecção hospitalar foi evoluindo e hoje não se restringe ao meio hospitalar, mas também a todos os estabelecimentos da área de saúde, nos quais apresentam risco para o aparecimento das infecções (PEREIRA et al., 2005).

Caro colega gostou do Blog de hoje? Deixe o seu comentário abaixo contando a sua experiência com relação ao tema.

Elaborado por: Isabela Patrícia Borges e Leliane B. da Silva Rodrigues 

Referências

AZAMBUJA, E. P.; PIRES, D. P.; VAZ, M. R. C. Prevenção e controle da infecção Hospitalar: As interfaces com o processo de formação do trabalhador. Texto e contexto de Enfermagem, v. 13, p. 81. Cidade Nova, fev. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v13nspe/v13nspea09.pdf>. Acesso em: 16 mai. 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento Nacional de Auditoria do SUS. Coordenação de Sistemas de Informação. Gabinete de Ministro. Portaria nº 930, de 27 de agosto de 1992. Brasília, 1992. Disponível em: <http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:4xqE9NYQtfgJ:sna.saude.gov.br/legisla/legisla/inf_h/GM_P930_92inf_h.doc+controle+de+infec%C3%A7%C3%A3o+hospitalar+ministerio+da+saude&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br>. Acesso em: 16 maio 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete de Ministro Portaria nº 2.616, de 12 de maio de 1998. Brasília, 1998. Disponível em: <http://www.ccih.med.br/portaria2616.html>. Acesso em: 16 mai. 2013. 

CUCOLO, D. F.; FARIA, J. I. L.; CESARINO, C. B. Avaliação emancipatória de um programa educativo do serviço de controle de infecção hospitalar. Acta Paul. Enferm. v. 20, n. 1, p. 50. São José do Rio Preto, dez. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ape/v20n1/a09v20n1.pdf>. Acesso em: 16 mai. 2013.

PEREIRA, et. al. A infecção hospitalar e suas implicações para o cuidar da Enfermagem. Texto e contexto de Enfermagem. v. 14, n. 2, p. 256. Goiânia, , Abr-Jun. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v14n2/a13v14n2.pdf>. Acesso em: 16 mai. 2013 

SESA - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ. Controle de Infecção Hospitalar. Curitiba, s.d. Disponível em: <http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1159>. Acesso em: 16 mai. 2013.

TIPPLE, A. F. V.; SOUZA, A. C. S. Prevenção e controle de infecção: como estamos? Quais avanços e desafios? Rev. Eletr. Enf. v. 13, n.1. Goiânia, Jan. Mar. 2011. Disponível em:< http://dx.doi.org/10.5216/ree.v13i1.13697>. Acesso em: 16 mai. 2013.

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