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Transtorno Obsessivo Compulsivo na infância: O que você sabe a respeito?

Na nova pstagem do nosso BLOG vamos falar um pouco sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), um distúrbio bastante comum na infância. Você conhece o TOC? Já atuou no atendimento a clientes com essa patologia?

Acompanhe!

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Transtorno Obsessivo Compulsivo na infância: O que você sabe a respeito?

Olá colega, hoje vamos falar um pouco sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), um distúrbio bastante comum na infância. Você conhece o TOC? Já atuou no atendimento a clientes com essa patologia? Acompanhe esse post e não se esqueça de deixar a sua contribuição frente a esse assunto!

O TOC é um transtorno de ansiedade com base neurobiológica, cuja condição cerebral altera o pensamento de crianças, adolescentes e adultos. Esse transtorno se caracteriza pela presença de obsessões e/ou compulsões, as quais interferem de forma significativa na vida diária desses pacientes, tornando-se desagradáveis e podendo causar sofrimento acentuado (CARDIOLI, 2008; CAMPOS, 2000).

O quadro clínico de TOC na infância e na adolescência é bastante semelhante ao quadro clínico de um adulto. No entanto, existem alguns sintomas que diferem um do outro, assim dá-se a importância da realização de estudos separados da doença (ARGIMON, 2004). Por vezes, as crianças conseguem esconder seus sintomas, pois temem punições ou ridicularização em casa ou na escola.

Geralmente a criança que é portadora desse transtorno apresenta alguns sintomas típicos que podem ser gestos e ações diárias repetitivas, como lavar as mãos; escovar os dentes; ler a mesma revista, jornal ou livro; checar compulsivamente o material escolar; contar azulejos, pisos e ladrilhos; verificar a simetria de objetos, entre outros.  Essas obsessões podem gerar sentimento de ansiedade e angustia para o portador e para os familiares.

No tratamento desse transtorno em crianças e adolescentes é imprescindível a participação dos pais. As intervenções psicoeducativas devem envolver também outros familiares ou professores, nas quais a função é informar ao paciente e aos familiares sobre a doença e as características clínicas, bem como as intervenções biológicas necessárias (ABP, 2011).

A criança diagnosticada com TOC deve ter uma assistência diária, porém, torna-se importante não diferenciá-la das outras crianças. Não se deve culpá-la pela doença ou pelas suas manias, e sim orientá-la sobre o que é correto fazer no seu dia a dia.


Texto escrito pelas monitoras: Natalia Josefina Bueno, Pabline Thais Silveira e Simone K. Lopes


Referências

ABP - Associação Brasileira de Psiquiatria. Transtorno Obsessivo compulsivo: Tratamento. 2011.

ARGIMON, I. I. de L.; BICCA, M. G. e R. .J.Transtorno obsessivo-compulsivo na adolescência. Rev. Bras. Ter. Cogn.,  v. 3, n. 1, p. 15-21. Porto Alegre, 2007. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtc/v3n1/v3n1a02.pdf>. Acesso em: 10 jan. 2013.

CORDIOLI, A V. A terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo. Rev. Bras. Psiquiatr., v. 30, suppl. 2, p. s65-s72. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462008000600003>. .Acesso em: 21 jan. 2013.

ROSARIO-CAMPOS, M. C. do; MERCADANTE, M. T. Transtorno obsessivo-compulsivo. Rev. Bras. Psiquiatr., v. 22, suppl. 2, p. 16-19. São Paulo, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbp/v22s2/3790.pdf> Acesso em: 10 jan. 2013.


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Calendário de Vacinação Infantil: atualização do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde juntamente com o Programa Nacional de Imunização vem traçando estratégias permanentes para manter alta as coberturas vacinais no país, por isso, abordaremos uma atualização a respeito do novo Calendário de Vacinação Infantil.

Vamos lá?

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Calendário de Vacinação Infantil: atualização do Ministério da Saúde

Olá profissional de Enfermagem, como vai? O primeiro post do ano de 2013 tratará de um assunto muito importante para a saúde publica: a imunização. 

O Ministério da Saúde juntamente com o Programa Nacional de Imunização vem traçando estratégias permanentes para manter alta as coberturas vacinais no país, por isso, abordaremos uma atualização a respeito do novo Calendário de Vacinação Infantil. Vamos lá?

No primeiro ano de vida, as crianças recebem uma série de vacinas, sendo a maioria delas injetável. 

Com o intuito de diminuir o número de injeções em um mesmo momento, foram desenvolvidas as vacinas combinadas, produtos que, numa única apresentação, contêm um número maior de antígenos capazes de estimular a resposta imunológica contra mais de um agente infeccioso, vírus ou bactéria (BRASIL, 2012a).

Essa forma de apresentação maximiza a eficiência e o custo-efetividade do Programa Nacional de Imunização (PNI), trazendo benefícios como:

Facilidade de administração;

Redução da dor e do medo das crianças;

Diminuição do número de idas aos serviços de saúde, contribuindo para o alcance elevado das coberturas vacinais (BRASIL, 2012a). 

Outro aspecto importante é a redução dos custos dos imunobiológicos, bem como da logística operacional (armazenamento, transporte, seringas e agulhas) (BRASIL, 2012a).

Diante desse contexto, o Ministério da Saúde adquiriu a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) e a Vacina Pentavalente (DTP/HB/HIB) - vacina adsorvida Difteria, Tétano, Pertussis, Hepatite b (recombinante) e Haemophilus Influenzae tipo b (conjugada) (BRASIL, 2012a).

É inegável o sucesso e a contribuição da utilização da Vacina Oral da Poliomielite (VOP) na erradicação da poliomielite e no mês de agosto de 2012 o Brasil introduziu, a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) em esquema sequencial com duas doses de VIP e duas doses de VOP (BRASIL, 2012a).

As doses da VIP visam minimizar o risco, que é raríssimo, de paralisia associada à vacina. E as da VOP, visam manter a imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de introdução de poliovírus selvagem através de viajantes oriundos de localidades que ainda apresentam casos autóctones da poliomielite (BRASIL, 2012a).

Estudos realizados em todo o mundo permitiram descrever as características da VIP, dentre elas, destaca-se a capacidade de evitar surtos de poliomielite, de modo que muitos países já a incluíram nos seus calendários de vacinação, de forma exclusiva ou com esquema sequencial (BRASIL, 2012a).

As crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a VIP, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), e o reforço (aos quinze meses) continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas (BRASIL, 2012a).

Enquanto a pólio não for erradicada no mundo, o Ministério da Saúde continuará a utilizar a vacina oral poliomielite (VOP), pois ainda existem três países (Nigéria, Afeganistão e Paquistão) endêmicos para a doença (BRASIL, 2012a).

Quanto à vacina pentavalente, ela reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas, a tetravalente - que deixa de ser ofertada e protege contra difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo b (meningite e outras doenças bacterianas) - e a vacina contra a hepatite B (BRASIL, 2012b).

A pentavalente será administrada aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida. Além desta vacina, a criança manterá os dois reforços com a Vacina Tríplice Bacteriana (DTP) (BRASIL, 2012b).

O primeiro reforço deverá ser administrado aos 12 meses e o segundo aos quatro anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, preferencialmente nas 12 horas, para prevenir a transmissão vertical. A vacina hepatite B também ficará disponível a outras crianças que já tinham esquema completo para tetravalente, mas não tinham para a hepatite B (BRASIL, 2012b).

Estudos realizados com a vacina demonstraram alta imunogenicidade, com taxas de soroproteção equivalentes às da vacina de referência, entretanto, para garantir a imunidade a médio e longo prazo, é necessário que seja feito o esquema completo de vacinação, incluindo reforço (BRASIL, 2012b).

Muito importante conhecer essas mudanças não é caro profissional? Para continuar informado, clique aqui e veja um quadro comparativo com o Calendário Básico de Vacinação, mas não se esqueça de deixar a sua contribuição frente a esse assunto! Até breve! 


Texto escrito pelas monitoras: Jessica Aparecida Majczak e Heloise Gonçalves Maia


REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Informe técnico da introdução da vacina inativada poliomielite (VIP). Brasília, 2012a. Disponível em:<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/informe_introducao_vacina_inativada_polio_vip_2012.pdf > Acesso em: 10 jan. 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Informe técnico da introdução da vacina pentavalente. Brasília, 2012b. Disponível em: <http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-06/informe-tecnico-vacina-pentavalente.pdf >. Acesso em: 10 jan. 2013.


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Choque distributivo: perigo silencioso e fatal em Unidades de Terapia Intensiva

Nesse blog trataremos sobre choque distributivo. Você sabe o que é? Você já atendeu um paciente em choque distributivo? Para ficar por dentro sobre esse assunto, confira a nova postagem preparada por um Monitor do Programa Proficiência.

Vamos lá?

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